10 de setembro de 2026

Facto

Marrocos negou implicação na entrada massiva e recusou ser «bode expiatório»

A 10 de setembro a EFE escreveu que o Reino de Marrocos se recusa a ser usado como peão político pré-eleitoral e não aceitará ser o bode expiatório nos ajustes de contas políticos. Ceuta Actualidad titulou que não existem dados, factos nem relatórios que demonstrem a implicação. É a versão oficial que esses meios recolhem. O texto original do Ministério marroquino não foi localizado.

  • A EFE escreveu que o Reino de Marrocos se recusa a ser usado como peão político pré-eleitoral e não aceitará ser o bode expiatório nos ajustes de contas políticos.
  • Ceuta Actualidad titulou que não existem dados, factos nem relatórios que o demonstrem.